Mais anotações mentais.
Ei… vamos viver bem? vamos alimentar o que merece ser alimentado? O que você faz hoje constrói o cenário do seu futuro. Se alimenta sofrimento, encontrará sofrimento, se alimenta alegria, encontrará a paz!!!
Ei… vamos viver bem? Eu vi um campo bem florido e nele só tinha leveza, eu vi um bar cheio de amigos e uma tarde ensolarada com crianças brincando ao redor, eu vi sim e me fez bem. Vamos viver bem!
Eu vi amor no olhar dos que me amam e carinho nas mãos dos que me gostam, eu vi muita coisa exorcizada num simples exercício de vida que eu já tinha esquecido de como é gostoso praticar.
Eu vi o sol dar lugar a lua e eu nem peceber o dia passar apesar de senti-lo em cada linha.
Vamos viver bem? é fácil, é bom, é divertido.
Sabe tudo aquilo que você pensa: ai, que pesado! Situações pesadas, pessoas pesadas, histórias pesadas, sentimentos pesados, jogue fora, arranque, delete, isso não é egoísmo, é amor-próprio!!
Vamos viver bem? eu vou viver bem, eu estou vivendo bem e quando eu vacilar, vou usar o poder da oração pra serenar e me realinhar nessa eterma tentativa de viver bem.
Deletações.
Eu acho sempre engraçado quando você relê um blog de muito tempo, você vê coisas absurdas e tanta coisa que não faz mais sentido. Por esse motivo sumiram tantos posts daqui porque eu sou assim, quando passa, passa e eu não guardo nada, não guardo lembranças do que não é mais, eu deleto, apago, renovo.
Por isso apaguei tanta coisa daqui, porque são coisas que não me cabem mais.
Abusinho.
Não gostamos de perder, mesmo que seja perder aquilo quem nem mais queremos (ou nunca quisermos mesmo).
Mesmo que ão doa, incomoda.
Essa é a parte que me dá abusinho, essa tentativa lasciva de manter aquilo que não deseja, covardia.
Uns olhares, umas piadinhas, um toque de non sensismo total.
Alimento do ego.
Manter, não perder, mesmo tendo outros casos.
Abuso, nojo. Fato.
Rebeca 5 anos na frente.
situação 1 = um rapaz me adiciona no msn/orkut
situação 2 = Rebeca aceita, afinal não está fazendo nada mesmo e gosta de conhecer novas pessoas. (descolada mode on)
situação 3 = Rebeca conversa no msn e o moçoilo é super legal, tem 22 anos e Rebeca tem preconceito (adquirido) com gente nova, mas ela resolve superar seu preconceito (adquirido) e manter amizade com o rapazola.
situação 4 = Rebeca, por algum motivo por ela hoje em dia já ignorado, um dia resolveu bloquear temporariamente o rapaz no msn (acho que ela não tava querendo falar no momento e depois esqueceu de desbloquear)
situação 5 = O rapaz adiciona Reneca num msn espião-ultra-secreto e descobre a maldade de Rebeca
situação 6 = O rapaz exclui Rebeca do orkut e dá xilique revelando seu plano msênico secreto.
siuação 7 = Rebeca resolve nunca mais ser descolada e tentar superar seu preconceito (adquirido) com gente nova. Homens então, nem pensar.
Em caso de dor…
Em caso de dor ponha gelo
Mude o corte de cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema
Dê um sorriso, ainda que amarelo.
Esqueça seu cotovelo.
Se amargo foi já ter sido.
Troque já esse vestido.
Troque o padrão do tecido.
Saia do sério, deixe os critérios.
Siga todos os sentidos.
faça fazer sentido.
A cada mil lágrimas sai um milagre.
Em caso de tristeza, vire a mesa.
Coma só a sobremesa.
Coma somente a cereja.
Jogue pra cima, faça cena.
Cante as rimas de um poema.
Sofra penas, viva apenas.
Sendo só fissura ou loucura.
Quem sabe cansando cura.
Ninguém sabe o que procura.
Faça uma novena.
Reze o terço.
Caia fora do contexto.
Invente seu endereço.
A cada mil lágrimas sai um milagre.
Mas se apesar de banal, chorar for inevitável.
Sinta o gosto do sal do sal do sal.
Gota a gota, uma a uma
Duas três dez cem mil lágrimas.
Sinta o milagre.
(A cada mil lágrimas sai um milagre.)
Alice Ruiz.
Calma.
Antes de mais nada, calma.
Antes de tudo, calma.
Pé no freio, água na cuca, vergonha na cara.
Um bom livro ou um bom filme.
Calma.
Um pra relaxar.
Jazz pra instigar.
Frenética calma.
Desacelerar.
Memória não se apaga.
Acostume-se.
É algo que ninguém rouba, nem você mesma.
Reze muito.
Todos somos amados e odiados.
É a lei.
Quando não souber o que fazer.
Mude.
Tenha fé.
Muita fé.
E calma.
Firmeza.
Às vezes quando samuel chora com fome, a comida dele não tá pronta, eu deixe ele no berço e vou preparar.
No berço, sem saber que tô na cozinha preparando o leite dele, ele chora, se desespera, pensa que vai morrer, chora cada vez mais forte e se desespera cada vez mais, quando volto, o pego no colo, dou o alimento dele e ele vai se acalmando até adormecer.
É assim que Deuis age com a gente, a gente se desespera achando que nossa vida não tem solução, que tá tudo sem sentido, mas ele tá na cozinha preparando o nosso alimento até nos pegar no colo e nos saciar, temos que confiar nele e que tudo, absolutamente tudo é para o nosso bem, até quando ele nos deixa sozinho no berço pra ir preparar nossa comida.
Prefácio.
Quantas pessoas estão realmente dispostas a gastar a vida? Quantas pessoas morreriam de amor? Trocariam o emprego para ganhar menos? Aceitariam com resignação as consequências dos seus atos? Delatariam suas feridas sem nenhum pudor? Se entregariam total e completamente sem nenhum medo? esperam sempre mais correndo o risco de nunca receber?
A maior parte dos seres humanos tem uma estreita zona de conforto, limitada capacidade de superação e, consequentemente, um enorme potencial para surtos e loucuras, receiam pisar em territórios desconhecidos e usam sempre os mesmos caminhos esperando resultados diferentes.
Estamos diante de uma massa frustrada que apenas existe, sobrevive, caminha forçosamente para a morte, poucos são os que se recusam, poucos são os que reclamam e se angustiam, poucos são os que deixam a vida cair em cada milímetro do seu corpo sofrendo e gozando multuamente, maldizendo e bendizendo a cada dia de sol, poucos tem a eterna insatisfação propulsora que expande a vida, poucos se permitem ter a alma que ela tem.
As pessoas não estão definitivamente divididas em boas ou más, eu penso que seria melhor definição dividi-las em viventes e sobreviventes, ela não queria a terrível limitação de quem joga o poder da própria felicidade nas mãos alheias, de quem não quer ser responsável pelo sucesso ou fracasso da tentativa de viver, ela queria ser responsável, ser a autora seja lá de que história fosse ser escrita. Era essa sensação de poder que dava vazão à vida, que fazia a diferença entre ter ou não ter tesão, vontade de viver. Assumir o risco da própria existência, estar dentro do jogo arriscado a levar todas as pancadas e também receber todos os benefícios, era isso que ela queria, era isso que vislumbrava por segundos antes da cegueira usual tomar-lhe novamente os olhos deixando diante de si aquela maldita angústia dos meros sobreviventes.
De onde vem a calma.
Estranho quando das situações mais absurdas vem a paz.
É como se banhasse cada parte do meu corpo.
Quando tudo foge do controle e não se consegue deter nada nas mãos, a vida ganha sentido.
É o caos do ego.
É como de fato é.
E tudo tão lógico que vira misturado.
Hoje sei que não see enlouquece de lucidez, que loucura e lucidez de nada compartilham.
Hoje tudo soa como nada.
O inferno sartreano se fez visto de frente.
Nada é tão ruim quanto parece, pois possui seu núcleo de benção.
E em cada canto desse mundo, alguém suspirou aliviado.
Eu sinto.
?
Aí a gente chega aos quase 30 e pensa: Será que o amor mora na mesma rua do coelhinho da páscoa e do papai noel?
Livre-arbítrio.
Todo ser humano carrega uma bênção e uma maldição:
A capacidade de superação e a capacidade de acomodação.
Essa é a diferença e a diferença.
Eu sou nós
Meu Pai! Agora eu não quero pedir nada, apenas existir, no aqui e no agora! Cansei de pedir, cansei de reclamar, cansei de emoções perturbadas. Por isso, agora, sintonizo-me com o Seu coração, na tentativa de me purificar de antigos hábitos densos.
Ilumino-me quando tolero, perdoo, aceito e amo. Mesmo assim, não tenho conseguido agir sempre assim. Por isso, entrego-me, agora, ao pulsar do Seu coração. Quero agora ser uno Contigo! Cansei de me separar da Sua Luz!
Cansei de aprender pela dor. Não aguento mais a minha vaidade, intolerância e cegueira. Quero enxergar através dos Seus Olhos, quero amar através do Seu coração e respirar pelos Seus pulmões. Essa separação me cansa, essa ilusão me trai, essa ganância me adoece… Chega! Não quero mais nada além de viver baseado na Sua vontade. Sua Luz está em mim e neste momento permito-me senti-la em todo Seu esplendor. Seu Amor está em mim! Permito-me agora expressá-lo e usá-lo como antídoto para todo meu sofrimento…
Pai… Me ensina a ser melhor…
Pai… Toma as rédeas da minha vida e me ensina a ser conduzido, a aceitar Sua tutela…
Pai… Rompe minha arrogância, aniquila meu controle e abre meu coração… Não quero mais viver separado, não quero mais que minha vontade seja diferente da Sua…
Quero, hoje, agora e sempre, viver a consciência clarificada, pela ação do Seu Amor. Eu agora Sou Nós… Eu Sou Nós… Eu Sou Nós… Porque Nós Somos a Luz que o mundo precisa. Porque Nós Somos a Consciência que o mundo carece. Porque sempre que sofro é porque sou o Eu e não sou o Nós…
Nós Somos abundantes e ilimitados. O Eu é limitado e sofredor! Nós Somos o Universo em expansão amorosa! O Eu sozinho é decadente e cego. Eu só sou completo e iluminado quando Sou Nós. Somos um Só.
Eu sou Nós!
Eu sou Nós!
Eu sou Nós!
Acaba.
O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova York; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
Paulo Mendes Campos
Sobre coisas belas e sujas.
Enquanto passam a noite dançando todos pensam a mesma coisa.
Enquanto compram pastéis na esquina todos pensam a mesma coisa.
Enquanto vão à igreja todos pensam a mesma coisa.
Enquanto trabalham todos pensam a mesma coisa.
Enquanto fazem amor todos pensam a mesma coisa.
Enquanto vão as compras, sacam dinheiro, pagam as contam, compõem músicas…
… sempre sempre a mesma coisa.
E se meu nome se perder das bocas alheias eu renascerei e inventarei um nome melhor.
Marque minhas palavras garoto, alguma coisa vai mudar por aqui.
Porque eu acho que vale a pena.
…
GENTECOMOAGENTEÉTUDO
GENTECOMOAGENTENADA
MAISDOQUEGENTECOMOA
GENTENÃOPASSADEGENTE
COMOAGENTEESOMOSSÓ
GENTE.
Amor, meu grande amor.
Quando tudo parece estar dando errado o toque dele me acalma.
Quando eu penso em desistir a luta dele pela vida me encanta e eu penso também em lutar, por ele e por mim.
Quando a vida me injuria eu penso no quanto ainda te farei sorrir.
Somos mais que uma família agora, somos um par.
Somos alma um do outro, espelhos, metades.
E esse amor, que ainda é tão inicial, já é tão grande ao ponto de ser incondicional.
Meu pequeno, meu menino, você é o que me faz acordar.
Cântico.
Pras coisas que corroem a alma, esquecimento.
Pras coisas que eu quero construir, força.
Pras coisas que me pertubam e desgastam, serenidade.
Pras coisas que causam dúvidas nas minhas certezas, sabedoria para distinguir o que veio para construir do que veio pra destruir.
Praqueles que eu amo, amor.
Praqueles que não me deixam ama-los, amor.
Praqueles que não sei amar, sabedoria para dar amor.
De saúde a money no bolso.
Quero tudo.
Quase 25.
Quando você vê faltam 3 pros 30 e…
Você nem percebeu.
Quando você vê aqueles sonhos que você julgava “planos para o futuro” estão acontecendo e a ordem planejada (se formar, arrumar um bom emprego, casar e ter filhos), se confundem e se misturam de uma forma que você já não sabe mais o que era prioridade.
“Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e seguir em frente…”
Cada vez mais penso assim, administrando a vida, tocando minha boiada, conduzinho pelos caminhos menos tortuosos os caminhos que se mostram.
Você acaba descobrindo que você só pode fazer duas coisas da sua vida: morrer e escolher.
Você está satisfeita com as suas escolhas?
Me pergunto isso o tempo todo.
A resposta vem do sentimento de bem/mal estar.
Se insisto numa escolha é porque estou bem.
Estou bem.
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